sábado, 19 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Plano de Regionalização dos Resíduos Sólidos no Paraná
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) reúne o conjunto de princípios, objetivos, instrumentos, diretrizes, metas e ações adotados pelo Governo Federal, isoladamente ou em regime de cooperação com Estados, Distrito Federal, Municípios ou particulares, com vistas à gestão integrada e ao gerenciamento ambientalmente adequado.
A Lei Federal nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e foi regulamentada pelo Decreto Federal nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos integra a Política Nacional do Meio Ambiente e articula-se com a Política Nacional de Educação Ambiental e com a Política Federal de Saneamento Básico.
A PNRS trata de temas amplos e variados como área contaminada, ciclo de vida do produto, coleta seletiva, controle social, destinação final ambientalmente adequada, gerenciamento de resíduos, gestão integrada, reciclagem, rejeitos, responsabilidade compartilhada, reutilização e serviço público de limpeza urbana. E um dos principais focos da Política é gerar trabalho, emprego e renda, por meio da inclusão social de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada, assim como minimizar os impactos ambientais provocados pela disposição inadequada dos resíduos.
No Paraná, a Política Estadual de Resíduos Sólidos terá como base a legislação nacional, promulgada em 2010, que estabelece a logística reversa e responsabiliza o poder público pela realização de planos para o gerenciamento do lixo. A política estadual deve estar alinhada à política nacional e às características do nosso Estado.
A elaboração de Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos é condição para os Municípios terem acesso a recursos da União, ou por ela controlados, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, ou para serem beneficiados por incentivos ou financiamentos de entidades federais de crédito ou fomento para tal finalidade.
O Paraná busca uma parceria com os municípios para elaborar e aprovar uma Política Estadual de Resíduos Sólidos que atenda a Política Nacional em todas as regiões.
Espécies Ameaçadas
O processo de extinção está relacionado ao desaparecimento de espécies ou grupos de espécies em um determinado ambiente ou ecossistema. Semelhante ao surgimento de novas espécies, a extinção é um evento natural: espécies surgem por meio de eventos de especiação e desaparecem devido a eventos de extinção.
Ao longo do tempo, porém, o homem vem acelerando muito a taxa de extinção de espécies, a ponto de ter-se tornado, atualmente, o principal agente do processo de extinção. Atualmente, as principais causas de extinção são a degradação e a fragmentação de ambientes naturais. Estes fatores reduzem o total de habitats disponíveis às espécies e aumentam o grau de isolamento entre suas populações, diminuindo o fluxo gênico entre estas, o que pode acarretar perdas de variabilidade genética e, eventualmente, a extinção de espécies. Outra causa importante que leva espécies à extinção é a introdução de espécies exóticas, ou seja, aquelas que são levadas para além dos limites de sua área de ocorrência original.
A conservação dos ecossistemas naturais, sua flora, fauna e os microrganismos, garante a sustentabilidade dos recursos naturais e permite a manutenção de vários serviços essenciais à manutenção da biodiversidade brasileira para as gerações presentes e futuras (MMA, 2010).
Ondas do mar produzem energia elétrica no Ceará
É recorrente apontar a geração e o uso da energia elétrica como fator que aumenta o aquecimento terrestre, por isso a busca por diferentes tecnologias para produção de energia com baixo impacto ambiental motiva pesquisadores de diferentes áreas. Está perto de ser apresentado ao grande público, um projeto inovador no Porto de Pecém, em São Gonçalo do Amarante, Ceará, que ganhará destaque: a utilização das ondas do mar para a geração de energia elétrica.
O projeto é liderado pelo professor Segen Estefen, da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um dos maiores especialistas do planeta na área. Segen Estefen coordena o capítulo 6, sobre energia dos oceanos, do relatório especial sobre energia renovável do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU.
A transformação da energia das ondas em energia elétrica utilizará flutuadores na base de braços mecânicos, instalados no quebra-mar do Porto de Pecém. O movimento ondulatório fará a estrutura do braço de subir e descer. Essa força será utilizada como uma bomba para impulsionar água tratada por tubos. O processo cria uma grande pressão em uma câmara hiperbárica, semelhante a de uma queda d’água de 400 metros. Em resumo: o movimento das ondas bombeia a tubulação com água, que ganha força o suficiente para movimentar uma turbina ligada a um gerador, que produz eletricidade.
O projeto começou em 2009, com financiamento de R$ 12,5 milhões da Trectebel Energia e base logística oferecida pelo governo do Ceará. Agora está em sua fase final, com os parafusos do sistema ganhando o último aperto. Serão dois braços mecânicos, que vão gerar 100 kW. Pesquisadores, investidor e governo evitam falar a respeito para não tirar o brilha do anúncio final.
De onde vem essa energia, há muito mais a se transformar e o projeto já é concebido para comportar dezenas de módulos iguais aos dois que serão usados inicialmente. O professor Segen Estefen conta que se todo o potencial energético dos oceanos, estimado em 10 mil GW, fosse aproveitado, seria possível atender a demanda de energia de todo o planeta. “Se investíssemos em usinas de ondas, nos próximos dez anos, já poderíamos contar com 15 GW gerados por essa tecnologia no Brasil”, calcula Estefen. Hoje, o país conta com um potencial em torno de 100 GW.
Nos cálculos do coordenador do projeto, o potencial energético das ondas no Brasil é da ordem de 87 GW. Projeções do Coppe indicam que é possível converter cerca de 20% desse potencial em energia elétrica, o mesmo que 17% da capacidade instalada no país.
A ideia é inovadora, mesmo dentro do que se pesquisa pelo mundo afora. Os franceses já olham para as águas do mar pensando em energia desde 1966, quando construíram, no estuário de La Rance, uma usina de 240 MW pelo deslocamento das marés. A experiência até hoje é citada quando se procura um exemplo com efeitos negativos para o meio ambiente.
Os europeus persistem. O Reino Unido procura se destacar no uso da força das marés para transformar sua energia em eletricidade. Em Heidenheim, Alemanha, a empresa Voith Hydro aperfeiçoou o modelo e desenvolve pás que se assemelham a hélices e tiram proveito dos dois movimentos das marés, de alta e de baixa. Em Portugal, uma parceria com finlandeses vai instalar três módulos a 30 metros de profundidade no mar de Peniche, na praia da Almagreira. Índia, China e Japão também têm seus projetos. Ninguém nada de braçadas, até então.
Fonte:http://www.oeco.com.br/reportagens/26015-ondas-do-mar-produzem-energia-eletrica-no-ceara
O projeto é liderado pelo professor Segen Estefen, da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um dos maiores especialistas do planeta na área. Segen Estefen coordena o capítulo 6, sobre energia dos oceanos, do relatório especial sobre energia renovável do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU.
A transformação da energia das ondas em energia elétrica utilizará flutuadores na base de braços mecânicos, instalados no quebra-mar do Porto de Pecém. O movimento ondulatório fará a estrutura do braço de subir e descer. Essa força será utilizada como uma bomba para impulsionar água tratada por tubos. O processo cria uma grande pressão em uma câmara hiperbárica, semelhante a de uma queda d’água de 400 metros. Em resumo: o movimento das ondas bombeia a tubulação com água, que ganha força o suficiente para movimentar uma turbina ligada a um gerador, que produz eletricidade.
O projeto começou em 2009, com financiamento de R$ 12,5 milhões da Trectebel Energia e base logística oferecida pelo governo do Ceará. Agora está em sua fase final, com os parafusos do sistema ganhando o último aperto. Serão dois braços mecânicos, que vão gerar 100 kW. Pesquisadores, investidor e governo evitam falar a respeito para não tirar o brilha do anúncio final.
De onde vem essa energia, há muito mais a se transformar e o projeto já é concebido para comportar dezenas de módulos iguais aos dois que serão usados inicialmente. O professor Segen Estefen conta que se todo o potencial energético dos oceanos, estimado em 10 mil GW, fosse aproveitado, seria possível atender a demanda de energia de todo o planeta. “Se investíssemos em usinas de ondas, nos próximos dez anos, já poderíamos contar com 15 GW gerados por essa tecnologia no Brasil”, calcula Estefen. Hoje, o país conta com um potencial em torno de 100 GW.
Nos cálculos do coordenador do projeto, o potencial energético das ondas no Brasil é da ordem de 87 GW. Projeções do Coppe indicam que é possível converter cerca de 20% desse potencial em energia elétrica, o mesmo que 17% da capacidade instalada no país.
A ideia é inovadora, mesmo dentro do que se pesquisa pelo mundo afora. Os franceses já olham para as águas do mar pensando em energia desde 1966, quando construíram, no estuário de La Rance, uma usina de 240 MW pelo deslocamento das marés. A experiência até hoje é citada quando se procura um exemplo com efeitos negativos para o meio ambiente.
Os europeus persistem. O Reino Unido procura se destacar no uso da força das marés para transformar sua energia em eletricidade. Em Heidenheim, Alemanha, a empresa Voith Hydro aperfeiçoou o modelo e desenvolve pás que se assemelham a hélices e tiram proveito dos dois movimentos das marés, de alta e de baixa. Em Portugal, uma parceria com finlandeses vai instalar três módulos a 30 metros de profundidade no mar de Peniche, na praia da Almagreira. Índia, China e Japão também têm seus projetos. Ninguém nada de braçadas, até então.
Fonte:http://www.oeco.com.br/reportagens/26015-ondas-do-mar-produzem-energia-eletrica-no-ceara
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